"Omnia Vincit Amor"... muitos acreditam ser, esta frase, uma utopia de Virgílio, eu prefiro acreditar que o amor sempre vencerá ou, que pelo menos, irá nos redimir...

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

daufen bach. in: "fragmentos".

Tessituras [do intervalo entre o grito e o silêncio]

É um livro de poesias que nos remete ao universo paradoxal e dual do autor. Suas múltiplas facetas se revelam como se estivesse num labirinto de espelhos onde o lírico coabita o social, onde sensual se revela nas coisas simples do dia a dia, tendo como background o susto das indagações e a serenidade das reflexões. Do primeiro ao último poema há a preocupação constante em inserir o leitor no mundo que o cerca, no contexto que o rodeia, estimulando-o a se perceber com um elemento a mais nesse macrocosmo de idéias, situações e realidades. Tessitura, carrega angústia, carrega ternura, sorrisos e lágrimas. Neste compreender a vida e seus horizontes, não desvia o olhar e tampouco esconde o sentir. Não ignora as tragédias e não se isola entre muros. Apenas vive, espia e penetra, ora com palavras adúlteras que irrompem toda as razões, ora como um mero serviçal que apenas pertence a esse caminho e o cumpre.Informações e Descrição da Obra
 
Autor: daufen bach.
Categoria: Poesia
Idioma: Português
Edição/Ano: 1ªEdição/2012
Tipo de Capa: Capa Cartão
Acabamento: Brochura com Orelha
Papel: Offset 75gr
Formato: 14x21
Nº de Páginas: 147
Cor Interna: Preto e Branco

O livro pode ser adquirido na loja virtual da PerSe Editora, clicando no título abaixo: 




Cod. 800 / Livro novo. Capa mole. 113p. E possivel comprovar, degustando, palavra por palavra, pagina por pagina, este volume tao cheio de beleza por dentro e por fora. Sim, por fora tambem! essa capa admiravel nasceu do amago da alma versatil que deus abencoou em tania regina cardoso. E impossivel nao gostar desta realizacao capaz de unir tantos pontos diferentes do planeta. Se me permitem os leitores, dedico a voracidade da leitura, por absoluto merecimento, ao roberto, a maria luiza, a tania e aos autores. Assim, o planeta retribui o presente que merece o lugar mais vistoso da estante. Clesio boeira.


Autor: Roberto Bordin / Maria Luiza Kuhn Orgs.
Editora: Letras em Cores
Estante: Poesia
Ano: 2006
Encardenação: Brochura
Data de cadastro: 14/06/2011 11:21
ISBN: Não informado
Páginas: 113
Peso: 185.0 (gr)



Antologia Poética: A Plêiade  - Tributo a Paz
Org: Carlos Conrado e Talita Fontes

Ficha Técnica Título: Antologia Poética – A Plêiade Organização: Carlos Conrado e Talita Fontes Revisão: Talita Fontes Capa: Carlos Conrado Edição e Editoração Eletrônica: Portal do Escritor Impressão: Editora Portal do Escritor “

Comentando a proposta desta publicação A Principio, procuramos fazer um projeto de antologia visando somente à publicação dos autores aqui presentes. Com o passar do tempo, em meio as nossas reuniões sobre o projeto, vimos à necessidade de passar uma mensagem construtiva aos leitores!... Uma vez procurei saber quais são os sonhos que tomam as mentes dos jovens como eu, das crianças e daqueles veteranos que deixaram certos tempos de glória e crença em um futuro, trancados nos cofres do passado. Sobre as crianças, pude perceber que existe mais que o papel do pai, da mãe e dos mestres na escola, em suas formações. A televisão os ensina a serem filhos revoltosos, medíocres, alienados a um padrão que os leva somente a destruição. Mas não posso generalizar!... ainda há aqueles profissionais que acreditam num porvir de paz. Os jovens, em sua maioria não aspiram dos mesmos ideais que os meus, que os nossos. Muitos nem sabem o significado da palavra ideal. Por quê? Devo dizer que, a meu ver, o que plantamos hoje são as sementes deixadas pelos nossos pais!... Um dia seremos pais. E se quisermos que os nossos filhos dêem valor as suas vidas e a Terra que lhes acolhem apesar de tanto ser ferida, devemos passar com afinco as lições chaves para o exercício das virtudes, edificadoras do bom caráter e da pureza de espírito. Para aqueles que já possuem seus herdeiros, favor repensar sobre os valores que estão plantando em vossos corações. Esta antologia reúne textos com o intuito de promover a paz.
Nós organizadores deste trabalho, acreditamos no poder da poesia como uma força transformadora, uma força construtora do bem. Acreditamos que um dia a humanidade sentirá falta dos conhecimentos mais bem vistos e aprovados pelos olhos do nosso Grande Criador. Quando este dia chegar, nossas contribuições estarão aqui! Grafadas num livro útil a qualquer geração. El Movimiento Cultural La Pleiade en su trabajo primero, lleva un sueño hasta los corazons del los hombres famintos del la paz. Un sueño despierta la esperanza. La poesía habla fuerte, grita, cargando la voz del poeta mirando un día hacer la transformacion del los hijos del hoy. Carlos Conrado Embaixador Universal da Paz em Aracaju do Cercle Universelle dês Ambassadeurs de la Paix (Orange, França) – Genebra/Suiça. Cônsul Z.C Aracaju do Movimento Poetas Del Mundo - Santiago/ Chile, Vice-Presidente da Casa do Poeta Brasileiro em Aracaju, Artista Plástico, Diagramador, membro da Colméia Literária e autor dos livros: “Poesia Condenada” e “O Aeronauta – Entre a Razão e a Loucura”, é editor da revista Locozines – Revista da Cultura Emergente. Fundador e Presidente do Movimento Cultural A Plêiade e Árcade Imortal da Arcádia Literária.
Blog: www.conradoemtextos.blogspot.com e-mail: conradoart@yahoo.com.br

http://www.slideshare.net/IzaskunUzkudun/a-pliade-antologia-potica 

La rivista poetica quadrimestrale, "Inverso", nuova serie, pubblica testi di poesia, ma non solo, anche brevi racconti, prose poetiche, e traduzioni di poesie e racconti brevi. La rivista non si pone fini di lucro, ma naturalmente tiene alla propria sopravvivenza e, poiché totalmente autoprodotta, senza nessuno sponsor o pubblicità varie, deve poter vendere direttamente le proprie pubblicazioni. Attualmente gode di una diffusione regionale (Veneto e Triveneto) soprattutto per quanto riguarda le vendite in libreria. "Inverso" è presente in diversi annuali di riviste letterarie e di poesia, e in contatto con varie riviste internazionali, soprattutto centro e sudamericane. Propone spessissimo serate di performance poetiche e multimediali, presentazioni regolari dei numeri in uscita e interventi sui temi di attualità.

Breves encenações, Sobressaltos [daufen bach.]

Sinopse:
Breves encenações, sobressaltos é um livro escrito em menos 30 dias. É o resultado de um furor, de um frenesi poético do autor. Composto de 5 (cinco) grandes sobressaltos que se subdividem em diversos poemas, todos em versos livres. O livro, além de encantar pela beleza dos versos marcados por um lirismo livre da pieguice chorosa, encanta tam bém pela estrutura, pelo cuidado do autor em não transformar a licença poética, tão amplamente utilizada na forma, na falta de pontuação e, também, na ausência de letras maiúsculas, em algo explicito que transforma ou deforma ou poema. O labor estético na construção dos poemas, embora atue de forma coadjuvante, contribui sobremaneira para o entender e o sentir dos significados contidos em cada verso. Breves encenações, sobressaltos é um livro único, carregado de sentimentos, de mensagens subliminares que passeiam nas entrelinhas e faz com que o leitor reflita e se enamore da beleza, tanto dos poemas em si, quanto do fazer poético.



Breves Encenações, Sobressaltos

Gênero: Poesias 
Edição/Ano: 1°/2012
Autor: Daufen Bach. 
I.S.B.N.: 9788541600569 
Páginas: 160
Preço Edição Impressa: R$ 38,20 
Preço Livro Virtual: R$ 11,46





Para saber maiores para maiores detalhes, bem como adquirir a obra, clique no link abaixo e o verá na página lancamentos ou na área Poesias
Biblioteca 24 horas










se há algo que a vida me ensinou,
é nunca por a prova essas coisas de amor,
                                           amor é pão,
fatia entregue com as duas mãos...
presente feito de graças.

dessas coisas que a vida me ensinou,
tão simples como desabrochar de uma flor,
é que não se deve exigir de ninguém
sentir o mesmo amor que se tem...

                      o amado é rio que passa.

dessas coisas tantas aprendidas na vida,
do amor,   dos seus bálsamos
                                         &
                                         feridas,
aprendi que o “amador” é aquele que grita mudo
                         [é o que sofre mais na partida...

(sempre ferido de flecha que não perpassa).

e de tudo que tenho ainda por aprender,
nessa coisa de ser feliz  e bem viver,
é saber que o amor reside, está em mim
que não devo maltratá-lo,
que apesar de senti-lo,
                 [até doer...
é presente dado por querubim.

enfim, saber que, de tudo que possa ter vivido,
dos desejos e do querer, tão impulsivos,
da vontade de se estar sempre perto,
nada é mais é tão certo do que abrir as mãos
                                             [e deixar voar,
aqueles que não são obrigados a nos amar.

e partir, leve, como uma dor, inda prematura,
voejar pelas planícies, abismos e na alturas,
compreender, que acima, além  de tudo
amar é apenas o exercício, de quem,
sem os maltratos dos sacrifícios,
entregou-se ao nobre e terno ofício,
de entender que nasceu para se doar
e aceitar o desígnio de ser apenas um alguém.

[daufen bach.]

"dos silêncios que coleciono na noite" - Parte 3

Imagem: Matthew Albanese

I_
os jardins estão espremidos entre o perfume
                                                 e a existência.
no fundo do tempo uma primavera esquecida
                                                                  &
os dedos animais de éter, músculos e ossos
a se contorcerem .

nas ladeiras encobertas de espumas,
uma doçura horrível, melancólica, reluz uma paisagem
                                                   contínua de saudades
que se interpõe à vida e o silêncio compacto de um retrato
devastado por uma alegria que muda de cor.

tento durar pelo tempo, acender para a imortalidade
                                                  de um momento.
enquanto engulo uma drágea de minha Lyrica pela manhã,
enganando minha lúcida epilepsia

antidepressiva Lyrica, falsas portas de uma paz extinta
do sonho que se volatizou numa chama única
fundindo o ardido de teus olhos nas lágrimas
que sempre descem pelo vazio dos dias e das noites.

[impudicos]


impudicos

      ao teu ouvido,
antes de obedecer apenas aos teus pedidos.

o desejo queima mesmo os corações mais castos. é a beleza mais antiga, o
sentido mais primitivo,
     o animal a contorcer-se nas fímbrias do pensamento
no tenso debate entre a liberdade consciente  do sentir, e o poder aprisionado do realizar. esse consumir-se em subjetividades,
                                   esse delicioso pecado,
                                   esse fazer que tornam unos, o profano e o sagrado. que traz para minha pele e para os meus pelos a voracidade de bicho e a
virilidade tacanha do insaciável, banhada nas sensações mais humanas do
sentir, numa luta em te fazer mulher santificada a gemer gozo no bico dos seios arrepiados.

assim te vejo, pura poesia... dama na noite, a estrela guia que toma o céu e ignora os faróis, uma antagonia que me despe do homem perdido em teus lençóis e me faz o animal que te sacia... depois amanhece, com olhos de criança.

'tornei-me o teu homem" [Áudio Poema]



daufen bach.

"dos silêncios que coleciono na noite" - Parte 2


(imagem: Kevin Day. Árvore Morta)

XIV
há uma certa magia nas coisas que acontecem ao acaso
o abstrato das emoções se intensifica e se correlata
.....................................................[com a realidade.
as emoções sempre carregam algo de físico,
das vigílias e dos sonhos
que nunca sabemos ser a causa ou a consequência.

sempre o rubor e o sulco das lágrimas
que vivifica e mistura, à face, o doce e o salgado.

“sob o signo do eclipse”

Photobucket



(vês...?
é o encontro dos não destinados,
a beleza da antagonia a seguir num mesmo itinerário.
quais metáforas e quais exemplos seriam possíveis para descrever
que o impossível só existe nas limitações daqueles que não sonham?
na garganta, a secura, o som rouco...
nos olhos, o brilho, a esperança, a verdade da alma, que insiste,
pelos tempos adormecidos, em irromper relâmpagos no peito
e crenças na convergência de todos os caminhos.)

.........................................................

................um lobo uiva para a imensidão...
.................................................o balé do cio,
.................................................os sentidos prímevos
.................................................invoca a tua presença.
................no céu, a cintilância é coberta por um véu
................e a paz, envolvida, rende-se.
................todos os segredos hão de ser contados,
................toda a espera render-se-á ao fortuito
................e mágico momento do encontro.

.................................................amantes da beleza,
.................................................do espontaneísmo
.................................................e das conjugações perfeitas,
.................................................é hora da noite
.................................................e dos mistérios
.................................................que as nuvens carregam...
................é hora dos amantes que não se encontram,
................do ocaso que preenche de recordação o vazio...
................hora do beijo divino e natural,
................cru, com línguas sugadas
................na intempestividade profunda e romântica
................do desejo impaciente e sem devaneios.

................subverta-me ao teu fetiche,
................à noite que não vincou em teu ventre
................e ao dia que amanheceu em tuas coxas.
................................................................cubra-te de mim,
................................................................igual esta lua,
................................................................sob o olhar dos admiradores
................................................................que não podem tocá-la
................................................................ou, sequer, compreendê-la...
................................................................cubra-te e serei o vindimador
................a colher no teu umbigo o fruto fora da estação.

................voyeurs da noite
................e dos fascínios evocados por estrelas,
................esta contemplação,
................este presente antigo,
................revivido, é quase findo...
................depois a imagem rememorada,
................um círculo...
................um alo nevoento se forma
................e, de novo, brumas e assombros.

.................................................no olhar a persistência,
.................................................o prazer em soluços,
.................................................a amante nua, debruço,
.................................................a dourar o travesseiro
.................................................com os seus cabelos de lua...
.................................................para, depois,
.................................................seguir sozinha e reluzente.

.................................................nego,
.................................................floresço,
.................................................escorrego na sombra
.................................................que me põe em extravio.
.................................................deito-me
.................................................e enveneno-te novamente
.................................................com o meu canto conspurcado
.................................................mas, de verdades, atingido.
.................................................as palavras límpidas se dobram,
.................................................a plenitude suprime as privações
.................................................e, ereto, apunhalo o teu sexo
.................................................em incalculável atenção.

.................................................a noite toda é uma síncope,
.................................................percebida no dançar de teu quadril,
.................................................uma sinestésica percepção
.................................................de que és ternura e excitação.
................és esse voo rasante de astros e meteoros
................que hipnotiza e, depois,
................perturba...

................passeio
................como sombra possuidora
................em teu corpo de luz.
.........................................................

(vês...?
do silêncio que é todo interior, da brecha da janela onde a madrugada
está sempre à deriva,
sigo...
aprisionado no não permitido que degrada,
na completude que ameaça...
e eu, sempre tudo posso, brindo e compactuo com as palavras em elipses.
benevolente,
dou-te um outro rumo...
interdito esse teu passar silente e roubo as tardes azuis de teus olhos...
a componho e a possuo sob o signo do eclipse).


daufen bach.
Revisão Final: Patrícia Lara - Blog Gramaticamando
Todos os Direitos Reservados